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LFS Segurança - “Não estamos no Velho Oeste”: Gleisi diz à CNN que vai pedir fim do registro de armas para colecionadores - créditos CNN

 

“Não estamos no Velho Oeste”: Gleisi diz à CNN que vai pedir fim do registro de armas para colecionadores

Conteúdo na íntegra vai ao ar no próximo sábado às 18h45 no CNN Entrevistas, com apresentação de Tainá Falcão e Débora Bergamasco

Presidente do PT Gleisi Hoffmann conversou com o CNN Entrevistas sobre declarações do presidente Lula, Marta Suplicy e projeto que mira o fim das CACs
Presidente do PT Gleisi Hoffmann conversou com o CNN Entrevistas sobre declarações do presidente Lula, Marta Suplicy e projeto que mira o fim das CACsCNN

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São Paulo

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A presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), disse à CNN que vai apresentar um projeto de lei para acabar com o registro de armas para colecionadores.

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Tema sensível para debate no Congresso, as regras para posse de armas foram flexibilizadas no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A afirmação de Gleisi foi feita às analistas de política da CNN Tainá Falcão e Débora Bergamasco para o programa “CNN Entrevistas”, que será exibido no sábado (9), às 18h45.

O projeto que será encaminhado à Câmara dos Deputados pela presidente do PT tem como objetivo colocar fim à Concessão de Certificado de Registro (CAC) para pessoas físicas que realizam atividades como caça e tiro desportivo.

“Não estamos mais no velho oeste. Quem precisa andar armada é a polícia. Tem gente com 50 armas em casa”, disse Gleisi. Para ela, houve um incentivo à uma “sociedade da violência, usando um discurso de que tinha que andar armado porque a gente tinha um problema com a violência”.

A líder partidária também falou sobre as críticas do presidente Lula a respeito da atuação de Israel na Faixa de Gaza e fez elogios à uma antiga adversária política, a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, que voltou ao partido.

“A Marta teve uma importância muito grande na construção do PT, muito grande no movimento feminista. E eu acho que ela se equivocou no impeachment de Dilma. Mas ela reavaliou. E se reposicionou”, disse ela.

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