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PF prende suspeitos de integrar máfia italiana que controla 40% do tráfico de cocaína no mundo



PF prende suspeitos de integrar máfia italiana
G1 PR
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PF prende suspeitos de integrar máfia italiana
Dois homens suspeitos de integrar a máfia italiana foram presos pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (8), em Praia Grande, no litoral paulista.
De acordo com a Polícia Federal, os presos são dois cidadãos italianos que integram um braço na América do Sul do grupo conhecido como Ndrangheta. O G1 apurou que um dos presos é Nicola Assisi.
A operação, comandada pela PF do Paraná, foi batizada de Barão Invisível.
Segundo a polícia, o grupo mafioso é da região da Calábria, no sul da Itália, e controla cerca de 40% dos envios globais de cocaína.
De acordo com a PF, os dois foram presos em uma cobertura. No apartamento, foram encontrados armas e dinheiro em espécie. A polícia encontrou também veículos em posse dos presos.
Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Representação da Polícia Federal junto à Interpol, em cooperação com a Polícia Italiana.
O G1 tenta contato com a defesa de Nicola Assisi.

Presos

De acordo com a Polícia Federal, Assisi é condenado por tráfico e associação para tráfico de drogas na Itália, com pena de 14 anos de prisão.
O outro preso é filho de Nicola, segundo a PF, e ocupava três apartamentos na cobertura de um prédio de alto padrão no litoral paulista.
Os dois estavam foragidos desde de 2014. Segundo a polícia, eles passaram por Portugal e Argentina usando nomes falsos.
De acordo com a polícia, o apartamento onde os dois foram presos tinha um esquema de segurança sofisticado, com câmeras na área externa que eram usadas para identificar todas as pessoas que entravam no prédio.
Dois suspeitos de integrar máfia italiana são presos em Praia Grande, em São Paulo — Foto: Divulgação/PFDois suspeitos de integrar máfia italiana são presos em Praia Grande, em São Paulo — Foto: Divulgação/PF
Dois suspeitos de integrar máfia italiana são presos em Praia Grande, em São Paulo — Foto: Divulgação/PF

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