Pular para o conteúdo principal

Câmara dos Deputados debate a violência contra jornalistas e comunicadores


A Comissão de Direitos Humanos da Câmara (CDHM) aprovou na tarde desta quarta-feira (3) a realização de audiência pública com o tema: “Pela liberdade de imprensa e comunicação: A cultura de violência contra jornalistas e comunicadores como ameaça aos direitos humanos e à democracia”. A audiência, que será realizada em conjunto com a Comissão de Cultura, ainda não tem data definida.
Autora do requerimento, a deputada Maria do Rosário afirmou que “o diálogo com a sociedade civil e o público geral tornará possível entender e pensar soluções para reverter o quadro atual de violência contra comunicadores e profissionais de imprensa no Brasil”.
Entre os convidados estão representantes de algumas das principais entidades de representação da classe jornalística – incluindo Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da organização Artigo 19, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, e o jornalista e cientista político Leonardo Sakamoto.
A proposta de audiência foi aprovada na Comissão de Cultura no último dia 20, onde conta com a coautoria do deputado Túlio Gadelha (PDT-PE). A solicitação foi subscrita pela presidenta do colegiado, deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e pelos deputados Airton Faleiro (PT-PA), Chico D’Angelo (PDT-RJ) e pelas deputadas Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Áurea Carolina (PSOL-MG).

Violência contra Jornalistas no Brasil

O relatório “Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil – 2018”, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelou o aumento dos casos de agressões aos profissionais. Os registros de violência cresceram 36%, em relação a 2018.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que é a Certificação CPP/ASIS? Como ela funciona no Brasil

A Certificação CPP no Brasil: Um Padrão de Excelência em Segurança CPP significa Certified Protection Professional e é uma certificação internacionalmente reconhecida, emitida pela ASIS International, uma das principais organizações mundiais em segurança. No Brasil, essa certificação é muito valorizada por profissionais da área, pois atesta um alto nível de conhecimento e experiência em diversas áreas da segurança. O que a Certificação CPP Demonstra? Conhecimento técnico: A certificação CPP abrange uma ampla gama de tópicos, desde segurança física e eletrônica até gestão de riscos, investigação e segurança corporativa. Experiência profissional: Para obter a certificação, é necessário comprovar um número mínimo de anos de experiência na área de segurança. Compromisso com a excelência: Profissionais CPP demonstram um compromisso contínuo com o desenvolvimento profissional e com a busca por soluções inovadoras para os desafios da segurança. Benefícios da Certificação CPP Reconhe...

Caso Marcelinho Carioca - Região do sequestro é reduto do PCC em SP

Créditos UOL. Região onde Marcelinho Carioca foi encontrado é reduto do PCC em SP Ex-jogador aparece ao lado de filhos e netos após sequestro Sequestro, agressão e roleta-russa: o que se sabe sobre o caso Marcelinho  Participe do Grupo LFS Segurança no whatsapp:  https://chat.whatsapp.com/G24HERQiLG0LS4UM1vAlhB 

Luciana Temer - Advogada e presidente do Instituto Liberta - Violência sexual infantil: basta de cortina de fumaça

Luciana Temer   - Advogada e presidente do Instituto Liberta Ver mais sobre o autor OPINIÃO Violência sexual infantil: basta de cortina de fumaça 18/10/2022 às 07:00 | Atualizado 18/10/2022 às 07:29 Compartilhe: Ouvir notícia Inicio este artigo afirmando que a violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil é um problema gigante e invisibilizado. Recentemente uma fala da Ministra Damares em um culto religioso causou grande polêmica nas redes sociais. No filme ela conta de violências sexuais extremas contra crianças muito pequenas, que teriam os dentes arrancados para facilitar a prática de sexo oral e de outras atrocidades do gênero, práticas estas que seriam comuns na região do Marajó. A partir desta história ela estabelece para sua audiência dois lados, o “do bem” que quer acabar com isso e o “do mal” que quer que isso continue. O claro uso político desta fala gerou controvérsia e questionamentos de muitas ordens, em especial sobre provas da ocorrência destes crimes e, ...